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Transporte alternativo lucra com a paralisação dos rodoviários na Grande São Luís

Após um dia de negociações e reuniões, não houve acordo e o sindicato decidiu seguir com a greve da categoria.

26 outubro 2021 - 10h05Por Redação
Transporte alternativo lucra com a paralisação dos rodoviários na Grande São Luís

Na manhã desta terça-feira (26), as paradas de ônibus da Grande São Luís amanheceram vazias. O transporte alternativo, entretanto, lucra com a paralisação dos rodoviários, que já entra no seu sexto dia.

Como é caso da área Itaqui-Bacanga, na capital, onde o usuário pagava, antes da greve dos rodoviários, para o transporte alternativo o valor de R$ 3,50 e agora já chega ao preço de R$ 5,00. Situação parecida acontece com quem necessita dos serviços de um mototaxista. Antes da greve, o preço da passagem era R$ 12,00 e agora chega a custar até R$ 15,00.

Nessa segunda-feira (25) após um dia de negociações e reuniões, não houve acordo e o sindicato decidiu seguir com a greve da categoria. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado do Maranhão (Sttrema), Marcelo Brito, houve uma proposta de reajuste salarial em 2%, o que foi rejeitado. A categoria quer um reajuste de 13%.

Além do reajuste no salário, o sindicato reivindica uma jornada de trabalho de seis horas, tíquete de alimentação no valor de R$ 800, manutenção do plano de saúde e a inclusão de um dependente e a concessão do auxílio-creche, para trabalhadores com filhos pequenos.

Greve dos Rodoviários

 

Ônibus permanecem parados nas garagens da cidade.  Foto: Adriano Soares/ Grupo Mirante

Ônibus permanecem parados nas garagens da cidade. — Foto: Adriano Soares/ Grupo Mirante

Os rodoviários do transporte coletivo seguem para o quinto dia de greve na Grande São Luís nesta segunda-feira (25), após terminar sem acordo as duas audiências de conciliação, realizadas no último sábado (23).

A paralisação dos rodoviários teve início na madrugada da última quinta-feira (21), com 100% da frota de ônibus sem circular na Grande São Luís. A categoria afirma que os donos das empresas não cumprem com uma Convenção Coletiva de Trabalho, que prevê uma série de direitos aos motoristas, por parte das empresas de transporte.

Fonte: G1 Maranhão